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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sobre: O Ponto Onde Estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI). Paulo Miceli




As imagens que povoam nosso imaginário acerca da história das viagens dos descobrimentos têm mais a ver com o chamado espírito empreendedor dos governos de Portugal e da Espanha do que com a vida cotidiana a bordo dos navios.





             O ponto onde estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI) de Paulo Miceli, publicado pela primeira vez em 1994, tem como objeto de estudo essas viagens, mas, seu objetivo é  apresentá-la sob a ótica da história social, discutir o contexto que levou as tripulações ao mar, o mercado das navegações, a vida em alto mar, a relação entre os indivíduos cujos nomes não estão nos livros didáticos, mas são os responsáveis pela execução deste, que aprendemos a considerar como o maior empreendimento da história da Europa. 

          Nascido em São Paulo, Paulo Celso Miceli é historiador, curador e professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desde 1985.[1] 
Dentre sua produção bibliográfica estão, por exemplo: Era uma vez, em Sertãozinho - certas histórias de uma história que é do trabalho: pessoas, fatos e feitos (1984); O feudalismo (1994); As revoluções burguesas (1994); O mito do herói nacional (1988); Além da Fábrica - o projeto industrialista em São Paulo - 1928/1948 (1992); O ponto onde estamos - viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (2008); História-Histórias: O jogo dos jogos, Col. Trajetória v.4 (1997).  Além do catálogo da exposição O Tesouro dos mapas – A representação cartográfica do Brasil  (2004), da qual foi curador e, a publicação do seu texto Sobre História, Braudel e os vagalumes: a Escola dos Annales e o Brasil (ou vice-versa), em Historiografia brasileira em perspectiva, organizado por  Marcos César de Freitas (1998). 
Sua produção pertence ao período [o qual vivemos] de revisão historiográfica. Segundo Laura de Mello e Souza,[2] a partir da década de 70 as universidades têm suscitado debates entre os historiadores, submetendo clássicos da historiografia a análises críticas e releituras, incentivando produções que tenham como ponto de partida o olhar social sobre a história, ou seja, que entenda que o homem enquanto parte de uma sociedade deve ser o fundamento da pesquisa histórica, movimento que, segundo Hebe Castro, é fundado por Bloch e Favre, com a escola dos Annales no final da década de 1920. Outra característica levantada por ela é o crescente rigor teórico e metodológico nos trabalhos produzidos no período em questão. Vale lembrar que a formação acadêmica de Miceli coincide com o qual o movimento chega a sua terceira fase e ganha amplitude mundial, quando  vem à tona o conceito de  "Nova História," segundo a qual toda atividade humana tem que ser entendida como história.[3]
O ponto onde estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI), segundo o próprio autor,[4] foi produzido entre 1988 e 1992, primeiramente como sua tese de doutorado, se transforma em livro e é publicado em 1994. Sua criação acompanha momentos de intensa transformação política e econômica no Brasil, como a promulgação da atual constituição federal (1988), de quando Amapá, Roraima e Tocantins passam a ser oficialmente estados brasileiros (1988), a eleição do primeiro presidente por voto direto desde 1960 (Fernando Collor de Mello, 1989) e, planos econômicos que vão se arrastando na tentativa de combater a inflação até a criação do Cruzeiro Real (1993) e posteriormente o Real (1994), nossa moeda corrente,[5] mas o fator de maior influência sobre sua produção foi a comemoração do V centenário de descobrimento da América (outubro de 1992), período que mobilizou países de nosso continente e da Europa na realização de diversos eventos, assim como a ereção de monumentos e discussões acadêmicas acerca da legitimidade da comemoração, uma vez que descobrir não é o termo mais apropriado a definir o fato histórico em questão. Neste período são lançados trabalhos importantes para a historiografia brasileira, tais como a Dialética da Colonização (Alfredo Bosi), A invensão da América (Edmundo O´Gorman), Tempo de História (com a colaborações de autores como Alfredo Bosi, Arnaldo Contier, Marco Aurélio Garcia e Laura de Mello e Souza.), além de tantas outras.
O Ponto Onde Estamos, de Miceli visa mostrar a história das navegações e dos descobrimentos dos séculos XV e XVI caminhando contrário a história de longa duração, seu estudo parte da observação da vida em alto-mar, ou seja, a partir do comportamento dos viajantes, logo sob uma perspectiva social, no entanto, outras questões importantes vão sendo discutidas, a exemplo de como a historiografia a respeito do tema vinha sendo produzida até meados do século XX e o quanto é comum produzir história carregada de anacronismo, afinal a visão acerca de um acontecimento passado é composta, também, de conhecimentos que foram sendo produzidos desde então e que os protagonistas dos fatos em questão ainda não tinham e de outros que no decorrer dos processos podem haver se perdido não chegando até nós, fazendo com que a história tenha que ser escrita a partir de fragmentos e, consciente ou inconscientemente, muitas vezes, sob a perspectiva do tempo histórico no qual é produzida, tenha as características do pensamento e sirva (ou seja bom) para atender aos objetivos deste[6],  transfere um acontecimento do passado para encaixá-lo na sociedade contemporânea, anulando a tarefa da história de compreender e mostrar as mudanças[7].
O autor aborda o tema de maneira até então inédita (requisito quanto à produção de uma tese de doutorado), mas deixa claro, ainda no primeiro capítulo, a impossibilidade de realizar um trabalho no qual o assunto se esgote, sobretudo por ter consciência que o produziu a partir do que se pôde ter acesso e que nenhum documento é capaz de apresentar um fato em sua totalidade, mesmo que tenha sido produzido durante o evento que a História pretende resgatar e, assim como José Carlos Reis, reconhece que o conhecimento histórico está estritamente ligado ao sujeito que o produz e à sua época,[8] como o título sugere, é produzido a partir do ponto onde estamos, defende, portanto, a impossibilidade quanto a sua neutralidade, o que é reafirmado na última frase do trabalho, na qual completa uma citação de José Saramago dizendo que “o que vemos não é o que vemos, se não o que somos (...), o que somos a partir do ponto onde estamos.”
Embora siga a normatização quanto à elaboração de uma tese acadêmica, objeto primeiro dessa produção como já mencionado, é perceptível a adaptação realizada pelo autor para tornar o conteúdo apresentado mais acessível e alcançar o público não acadêmico, o que fica claro, sobretudo com relação à apresentação da introdução que, neste caso passa a ser bem concisa. Neste ponto ele apresenta uma relação de obras historiográficas referente ao período estudado para deixar clara a ausência no que diz respeito a abordagem do tema das viagens ultra-marinas em específico, denuncia a superficialidade e as generalizações que compõem os estudos que têm como fundamento os processos de expansão européia nos séculos XV e XVI e apresenta que seu objetivo é caminhar no sentido contrário ao da historiografia tradicional e apresentando uma nova narrativa histórica, mostrar que cada uma das viagens tem muito a nos dizer e que a história vai muito além dos limites impostos pelos percursos riscados pelas naus no mapa das navegações, que o universo que permeia a vida em alto-mar tem muito a nos ensinar acerca dos descobrimentos.
Mais do que discorrer sobre o tema escolhido, Paulo Miceli durante toda a obra prepara o leitor para o entendimento da historiografia moderna, na qual um dos principais objetivos é, como mencionado acima, reescrever a história de maneira crítica e baseada no método científico, ou seja, no qual cada afirmação possa ser provada e as provas acompanhadas ao texto pela citação[9], modelo adotado por ele. Por várias vezes chama a atenção do leitor com orações interrogativas que têm por objetivo suscitar o pensamento crítico, como quando, por exemplo, a partir de uma citação de A vida quottidiana dos marinheiros no tempo do Rei Sol[10] (na página 105, primeiro parágrafo) na qual os marinheiros são apresentados como pertencentes a um mundo à parte, diferente, coeso, porém rebelde a idéia de fronteiras e com distinta relação com o tempo cronológico, indica a necessidade de questionar as fontes tradicionais iniciando a oração seguinte com “Será?” para então apresentar sua tese a respeito.
O primeiro capítulo serviu-lhe para apresentar o tema e problematizá-lo, mas também deixa clara essa postura do autor, em “O Termo e seus Termos” Miceli contrapõe os conceitos de história e memória, questiona a noção de tempo linear na história, trazendo à questão a noção de tempos múltiplos, além de defender que a memória dos viajantes é a dos iletrados e nada tem a ver com a do culto a razão e da erudição atribuída ao Renascimento, discute a importância de lembrar-se das minorias, dos aniquilamentos, dos erros, das características menos nobres dos acontecimentos para a produção da história crítica. Usa como referências nomes ilustres como Braudel, Nietzsche, Foucault e Benjamin.
No segundo capítulo “LISBOA: Lugar (E)vocação da história”, apresenta panoramicamente o perfil da Lisboa quinhentista, seus aspectos dimensionais e populacional, sua vocação para o mar e a imagem de grandeza criada entorno dela, atribui à peste e as crises econômicas sofridas por Portugal (e grande parte da Europa) a imposição de novas rotinas sugerindo que, para muitos, as possibilidades geradas pelas navegações ultra-marinas eram as únicas para garantir-lhes a sobrevivência e aliviar os problemas da cidade (como o excesso de pobres, doentes e delinguentes). 
O capítulo seguinte “O NAVIO: História e trabalho” tem como principal objetivo apresentar a história da indústria e do surgimento da arquitetura naval como conhecimento científico na Europa.
A característica do capítulo quarto “Singradura[11]” que fica mais evidente é a crítica de Miceli quanto a formação do discurso histórico tradicional que, neste caso, simplifica à homogeneização da vida a bordo dos navios, defendendo que dentre a classificação de homens do mar existe uma diversificação de funções e situações que inviabiliza essa noção, para ele,

Cada Navio levava para os serviços de bordo alguns cirurgiões, carpinteiros, calafates, tanoeiros e outros artífices, constituindo-se sobre o reduzido espaço um emaranhado de relações (sociais) de poder, baseadas nos postos de função e trabalho a bordo, rigorosamente estabelecidas e que descartam qualquer tentativa de generalização.

O que nos mostra que a vida em alto-mar era marcada pela divisão do trabalho e acentuava as desigualdades sociais da “terra firme.” Neste ponto Miceli se utiliza de planilhas e números para mostrar a organização das naus no que diz respeito ao número de embarcados, suas funções e, sobretudo, os soldos pagos às tripulações (que variavam de acordo com a nau, expedição, época da viagem, etc.), deixando claras as relações de poder sobre as quais se formavam as sociedades do mar.
É a partir deste capítulo que o autor passa a discorrer sobre seu objetivo primeiro, a vida em auto-mar quando da expansão e conquista portuguesa. Discute os porquês do navegar, o avanço dos conhecimentos cartográficos, apresenta o embarque e a partida, a autoridade suprema do piloto e o que era preciso para alcançar este posto, os riscos corridos pelos viajantes como a fome, as doenças e outras misérias a bordos, a inexperiência de certos comandantes o que, por muitas vezes, foi a razão de naufrágios.  Apresenta as eruditas narrativas de viagens e as “vulgares” relações de naufrágios enquanto documentos históricos e o quanto ambas circulavam entre o público e alimentavam a imaginação criativa de Camões, Gil Vicente e Shakespear. Por meio de trechos dos escritos poéticos desses autores mostra construção da memória e do imaginário acerca deste período histórico e o quanto, além da ficção, elas nos dizem a respeito, como por exemplo, as diversas críticas e denúncias características dos textos de Gil Vicente. Além destes textos, é neste capítulo que a bibliografia que fundamenta sua tese passa a fazer parte das discussões, sendo, as já citadas relações de naufrágios (reunidas na História Trágico-marítma, por Bernardo Gomes de Brito, em 1735\36[12]), as narrativas de viagens, cartas, diários de navegação e outros manuscritos.
O quinto capítulo “Dia após dia” é dedicado a esmiuçar as peculiaridade à bordo, a dieta e a escassez de alimentos e os problemas com a higiene que juntos ocasionavam grande parte das doenças que acometiam os embarcados, as práticas médicas e religiosas, as relações sociais, as tentativas de práticas de lazer, as relações sexuais, os conflitos ocasionados pela presença feminina e toda uma sorte de tensões que permeavam a vida durante o isolamento de cada viagem.
O sexto e último capítulo “Passageiros do Acaso” trata dos naufrágios, apresentando possíveis causas partindo de críticas quanto à qualidade da construção, manutenção, carregamento e governo das naus portuguesas, levanta questões da ordem da consciência para, mais uma vez questionar o imaginário “homem do Renascimento” diferenciando-o dos que embarcavam rumo à expansão, defendendo que enquanto o primeiro seria dotado de razão emancipadora, os segundos somavam a ela a cobiça, podendo ter sido esta uma das principais causas dos naufrágios, sobretudo pelo excesso de carga, justificada pela busca do lucro e do enriquecimento a curtíssimos prazos o qual, em sua maioria, almejavam. Apresenta numericamente o quanto eram corriqueiros os desastres mostrando que a história que se conhece hoje é o reverso da epopéia dos Descobrimentos.
Para Miceli o clímax do naufrágio pode ser dividido em três atos, sendo o primeiro a tempestade e a força da natureza, que no imaginário daqueles homens do mar era personificada e tomada de vontade própria, decidindo por castigá-los, momento no qual se expressa o desespero e o apago as coisas da fé em busca de livrar-se da morte ou se absolvendo de seus pecados em caso de inevitabilidade diante dela. O segundo ato diz respeito á chegada dos restos dos homens, da carga e da nau em terra firme após consumado o desastre  e, no terceiro, o ponto que julgo ser mais dramático neste estudo, os conflitos e os dramas vividos a partir de então, tais como a tentativa de manter vivos os seus e a si mesmo e a relação dos náufragos com a morte dos companheiros e familiares e com os que sobreviveram.
Atenta para o fato de os relatos de naufrágios, mais do que descrever o caos, apresentam o encantamento diante a cenários tão distintos aos que os olhos europeus estavam habituados e, para além de estimular a imaginação dos homens comuns e dos poetas, serviram como fonte de conhecimentos para os que viajaram depois.
O capítulo e o livro se fecha com a discussão a cerca da consciência do homem de seu papel na construção da história (seja ele, neste caso, o viajante ou o historiador) e, citando Marx, diz que “os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem: não a fazem sob circunstâncias de sua escolha, e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado[13]” defendendo que:
Voltando aos viajantes, talvez não fosse exagero pensar que, com raríssimas exceções, eles pouco ou nada sabiam das motivações nacionais de suas viagens, pois os grandes projetos relacionados aos descobrimentos eram questões de Estado, tratadas portanto, nos estreitos limites governamentais ou dos grupos econômicos de pressão e interesse, sempre distantes da massa pouco informada que desde então (sempre?) constituía a nação.”[14]

Afirma que a participação desses homens tem muito mais a ver com a cobiça do dinheiro do que com a consciência de que mudariam a face e a história do mundo que conheciam.
De uma forma ou de outra, conclui que mesmo diante da incerteza quanto a seu destino, as dificuldades, ansiedade e medos, a mentalidade dos viajantes também é um espaço sobre o qual o historiador pode especular e produzir conhecimento.
O objetivo do autor de produzir conhecimento histórico diferente do ponto de vista dos reis, que tenha como foco os homens e seu trabalho é alcançado, deixando claro que o enfoque social não é mais importante que o econômico, por exemplo, que o geral não é menos histórico que o específico, que neste caso a variação é dada pelo ponto de vista escolhido, mas que o a produção historiográfica precisa ser constantemente revista, pois dificilmente (talvez nunca) um assunto se encerra em si mesmo. A linguagem adotada e a escolhas das fontes, a exemplo da utilização de excertos de textos literários, fez com que, embora tenha caráter acadêmico, o texto ficasse fluido e acessível, seu entendimento não se restringe ao público erudito.
Mais do que chegar ao seu objetivo primeiro, Miceli oferece ao leitor condições de entender a modernização do método científico aplicado à historiografia, abrindo nossos olhos para o risco de reproduzir modelos defasados e\ou tomar por verdade conhecimentos produzidos a partir deles. Convida-nos, às vezes nos obriga, à reflexão e à crítica acerca do que lemos e ouvimos até aqui sobre os temas abordados, nos mostra que muito do que aprendemos não vai além da simplificação ou da construção de discursos memorialistas que têm como finalidade a firmação de identidades produzidas a partir do que os grupos formadores de opinião julgaram interessantes para a imagem nacional.





REFERÊNCIA BIBLIOGRÀFICAS

ALMEIDA, Antonio A. M.de.  História de Portugal. 2 Ed. São Paulo: Unesp, 2001.
CASTRO, Hebe. História Social. In: CIRO, Flamarion.; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 76-96.
DOSSE, François. A Oposição História\ Memória, In: História e Ciências Sociais. Bauru: Edusc, 2004. p. 169- 191.
Editora Contexto. Paulo Miceli. Disponível em:
HOBSAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Cias Das Letras, 2010.
MICELI, Paulo C. O Ponto Onde Estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI). 1992. 343 f. Tese (Doutorado em História) – Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas – UNICAP. Disponível em: http://cutter.unicamp.br/document/?code=000053700. Consultado em 21 de maio de 2011.
MICELI, Paulo C. O Ponto Onde Estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI). São Paulo: Scritta. 1994.
REIS, José Carlos. História e Teoria: Historicismo, Modernidade, Temporalidade e Verdade. 3 Ed. Rio De Janeiro: Editora FGV, 2006.
Programa de Pós Graduação em História da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Paulo Celso Miceli: CV Lattes. Disponível em: http://www.ifch.unicamp.br/pos/historia/index.php?texto=paulo&menu=menudocente. Acesso em 16 de abril de 2011.
PROST, Antoine. Os Fatos e a Crítica Histórica. IN: PROST, Antoine. DOZE LIÇOES SOBRE HISTÓRIA. Belo Horizonte : Autêntica Editora , 2008. p. 53-74.
ROJAS, Aguierre. Antimanual do Mal Historiador. Londrina: EDUEL, 2007.
SOUZA, Laura de Mello e. Aspectos da Historiografia da Cultura Sobre o Brasil Colonial. In: FREITAS, Marcos C. de (Org.) Historiografia Brasileira em Perspectiva. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2005, p. 17 – 38.



[1]Editora Contexto. Paulo Miceli. Disponível em: http://www.editoracontexto.com.br/autores_det.asp?autor=169
[2] SOUZA, 2005.
[3] CASTRO, 1997.
[4] MICELI, 1994.
[5] FAUSTO, Boris, 2008.
[6] Hobsbawm, 2010. p. 285
[7] ROJAS, 2007. p. s\n.
[8] REIS, 2006. p. 150.
[9] Como sugere Antoine Prost em Doze Lições Sobre História. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008, p. 56.
[10] Lisboa, Ed, Livros do Brasil, s.d, p.13
[11]  Segundo o Dicionário Online de Português corresponde a “Rota de um navio à vela por espaço de um dia; o caminho que ele percorre nesse espaço de tempo.” http://www.dicio.com.br/singradura/
[12] MICELI, 1994. p. 96
[13] Ibidem. p. 217
[14] Ibidem. p. 218


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