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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

História do peru na ceia de Natal

Por Carlos Antunes dos Santos


Entre os astecas, a prática do canibalismo era habitual. O Estado asteca fazia a guerra para se alimentar dos prisioneiros, num ritual prévio onde ao Deus Sol eram oferecidos sacrifícios humanos. Mas a dieta não ficava exclusiva à carne humana. Eles também se alimentavam de animais possíveis de serem encontrados nos seus domínios: os cães e os perus. Os perus eram criados pelos índios, atividade bastante antiga, com clima propício para a prosperidade desta criação. Geralmente os astecas cozinhavam o peru acompanhado de cebola, alho-poró e molho à base de pimenta vermelha.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Inquisição na Amazônia


Especial pelo Prof. Renato Venancio,


As novas gerações de historiadores têm reconhecido a importância da internet como uma ferramenta de pesquisa revolucionária. Uma iniciativa liderada pelo Centro de Memória da Amazônia, da Universidade Federal do Pará, revela como é possível explorar de forma inteligente os acervos documentais on-line.

Atualmente, mais do que se preocupar em acrescentar conteúdo, o desafio levantado pela internet consiste em organizar as fontes documentais já disponíveis. A partir dessa perspectiva, uma equipe de pesquisa do Pará, liderada pelo Prof. Antonio Otaviano Vieira Junior, concebeu um projeto exemplar.
Trata-se da disponibilização on-line dos processos inquisitoriais dos séculos XVII e XVIII, referentes ao Maranhão e Grão-Pará. Há alguns anos, tal iniciativa seria dificultada em razão dos elevados custos nela envolvidos e pela necessidade de complexas negociações junto à instituição que tem a custódia da documentação.

No projeto em questão, esses problemas foram superados em razão da própria Torre do Tombo começar a facultar o acesso, em seu portal, aos processos inquisitoriais lusobrasileiros. Nesse site, porém, a ausência de instrumentos de pesquisas – como, por exemplo, inventários analíticos - dificulta que o usuário descubra a potencialidade da documentação em questão.

A equipe do Pará superou essa dificuldade, fornecendo informações detalhadas a respeito de cada um dos processos inquisitoriais referentes à região amazônica. A parceria com a Torre do Tombo permitiu não só uma melhor identificação dos acusados, como também, através de link, a disponibilização dos processos na íntegra.

Ao todo foram identificados 114 processos inquisitoriais, sendo que mais da metade está disponível à leitura. Esse é o caso, por exemplo, da denúncia contra o índio Alexandre, residente na Aldeia de Aricara, nas margens do Rio Amazonas, que, em 1756, foi acusado de bigamia.

O site do Centro de Memória da Amazônia também dá acesso à bibliografia especializada e ao texto original do projeto, submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará. Tomara que grupos de pesquisa de outros estados reproduzam essa iniciativa, democratizando ainda mais o acesso a uma das principais fontes documentais para se conhecer a sociedade brasileira colonial

Retirado do Site da Revista de História da Biblioteca Nacional

http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3348

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Cem mil acessos!


É tanta correria, que nem me dei conta que o blog ultrapassou os cem mil acessos essa semana.

Aproveito para agradecer a todos que prestigiam e acompanham nosso humilde trabalho, que já tem cerca de cinco anos de idade, e apesar de poucos trabalhos publicados, todos apresentam profundidade e exigem várias leituras complementares.

Sendo assim, agradeço aos que se importam com História, agradeço aos amigos que colaboram com o blog, e agradeço também aos meus inimigos, pois sua inveja é pra mim um combustível.
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"História Magistra Vitae"